Há
um propósito na natureza? Será este o meu dia de vencer?
Viverei
hoje como se fosse meu último dia.
Não
tenho senão uma vida e a vida não é nada mais que uma medida de tempo. Ao
perder tempo, destruo a vida. Se desperdiço o hoje, destruo a última página de
minha vida.
Aproveitarei, portanto, cada hora deste dia,
pois ela jamais poderá voltar. Ela não pode ser depositada hoje para ser
retirada amanhã, pois quem pode burlar o vento?
Agarrarei
com as duas mãos e acariciarei com amor cada minuto deste dia, pois seu valor é
sem preço.
Que
moribundo pode comprar outro fôlego, embora, de bom grado, dê todo o seu ouro?
Que preço ouso fixar para as horas adiante de mim? Eu as farei inestimáveis!
Viverei
hoje como se fosse meu último dia.
Evitarei
com fúria os desperdiçadores de tempo. A demora destruirei com ações; a dúvida
enterrarei sob a fé; o medo desmembrarei com confiança. Onde houver bocas
ociosas não ouvirei nada; onde houver mãos ociosas não me demorarei; onde
houver corpos ociosos não visitarei. De hoje em diante, sei que cortejar a
ociosidade é roubar alimento, roupa e calor daqueles que amo. Não sou ladrão.
Sou
um homem de amor e hoje é minha última oportunidade de provar meu amor e minha
grandeza.
Viverei
hoje como se fosse meu último dia.
Og Mandino – trecho do livro “O maior vendedor do mundo- Pergaminho número cinco”
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viver.

